Vídeos Interessantes!

Loading...

quarta-feira, 18 de março de 2009

Novo Site

Olá Mesami,

Com o tempo tudo passa e as coisas evoluem. Assim sendo, eu também evolui e agora o BLOG do
Professor AENDER virou site e tem muitas novidades, desde arquivos para download até lojinha
com promoções! Não deixe de visitar e tornar-se webespectador.

http://professoraender.webnode.com/
SEXO NA VAN

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Motivacional - Prepare-se para o Concurso Público

Assista com atenção e entenda como se preparar!


sexo na van

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Concurso Público - Raciocínio Lógico

Sexo a VanOlá Mesami!

Percebendo a tendência de mercado, noto que os candidatos a quaisquer concursos públicos irá no mínimo dobrar este ano 2009. Os concursos que têm a matéria de raciocínio lógico/matemática, normalmnte fazem a diferença, pois, a maioria das pessoas sentem dificuldades nessas matérias, não é mesmo!

Visando auxiliá-los irei comentar algumas questões e se quiserem podem enviar novas ao meu e-mail: professoraender@gmail.com que no máximos em 2 dias úteis estarei retornado a questão e a comentando aqui no blog.

Raciocíno Lógico - Concurso de Fiscal do Trabalho 98





Três amigos – Aender, Saulo e Chinês – são casados com Teresa, Regina e Sandra (não necessariamente nesta ordem). Perguntados sobre os nomes das respectivas esposas, os três fizeram as seguintes declarações:
Chinês: "Saulo é casado com Teresa"
Aender: "Chinês está mentindo, pois a esposa de Saulo é Regina"
Saulo: "Chinês e Aender mentiram, pois a minha esposa é Sandra"


Sabendo-se que o marido de Sandra mentiu e que o marido de Teresa disse a verdade, segue-se que as esposas de Aender, Saulo e Chinês são, respectivamente:

a) Sandra, Teresa, Regina.

b) Sandra, Regina, Teresa.

c) Regina, Sandra, Teresa.

d) Teresa, Regina, Sandra.

e) Teresa, Sandra, Regina.

Solução: Temos dois fatos a considerar:

1 – O marido de Teresa disse a verdade.

2 – O marido de Sandra mentiu.

Todos os três fazem afirmações sobre a esposa de Saulo. Ora, somente um estará dizendo a verdade. Temos então:
1ª hipótese: Chinês fala a verdade. A esposa de Saulo é Teresa. Mas como o único a falar a verdade é Chinês, sua esposa deveria ser Tereza.
Portanto, Chinês não fala a verdade.

2ª hipótese: Aender fala a verdade. A esposa dele seria a Teresa, pois o marido de Teresa fala a verdade. Saulo estando mentindo, a esposa de Saulo, não é Sandra e nem Teresa. É Regina. O que confirma a veracidade da afirmação de Aender. A esposa de Chinês será então Sandra. A esposa de Aender é Teresa. A esposa de Saulo é Regina. A esposa de Chinês é Sandra. Isto permite afirmar que a opção (d) está correta.
Mas, vejamos se existe outra possibilidade, tentando a terceira hipótese.

3ª hipótese: Saulo fala a verdade. Isto é impossível, pois, se ele estivesse falando a verdade, sua esposa seria Teresa e não Sandra. A única hipótese possível é a segunda. O que confirma a resposta. Letra (d).

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Probabilidades

O acaso revisitado
O estudo estruturado do acaso é uma das áreas mais recentes do conhecimento humano. Este "princípio natural" apresenta definições que nos remetem a metáforas tão imprecisas quanto, por exemplo, a idéia de acidente.
Ainda hoje, o acaso dá margens a interpretações confusas, tautológicas ou mesmo metafísicas, como na disputa entre religiosos conservadores e ateus liberais, cada qual usando o conceito do acaso como argumento favorável. O renomado geneticista e ateu engajado, Richard Dawkins, chegou a formular: "A probabilidade da existência de Deus é a mesma da existência de fadas ou duendes". Numa regressão lógica, a probabilidade assumiria o papel metafísico antes atribuído a Deus, já que Dawkins não postula qualquer princípio criador que rivalize com o "Deus" da cosmologia. A evolução darwiniana pode ser encarada como uma etapa de um processo mais amplo, onde o acaso funciona como "instrumento" (1).
O campo da matemática responsável pelo estudo do acaso é a probabilidade. Ao longo da história, aspectos do que classificamos atualmente como probabilidade tem modelado, principalmente, relações comerciais e religiosas. Na antiguidade, por volta de 5000 a.C., noções empíricas de probabilidade eram aplicadas por navegantes mesopotâmicos e fenícios para estipular taxas e prêmios nos casos de naufrágios e roubos de carga. Os gregos, que 300 a.C. haviam axiomatizado a geometria, não deixaram registros de estudos da probabilidade. Era comum relegar o acaso ao domínio dos deuses e das causas místicas. Em 950 d.C., o bispo belga Wibold criou um jogo moral envolvendo três dados e 56 possibilidades, a cada combinação sendo atribuída uma penitência ou prática de virtude. Há registro do uso das probabilidades no ramo dos seguros pessoais.
Poderíamos considerar como marco do estudo moderno das probabilidades o ano de 1570, quando Girolamo Cardano, em sua obra De proportionibus libri V, lança as bases para o cálculo de probabilidades simples. Jogos de azar foram campo fértil do desenvolvimento das probabilidades, edestacam-se neste período os trabalhos de Blaise Pascal e Pierre de Fermat com o surgimento dos primeiros teoremas e o estudo da análise combinatória. A axiomatização da teoria das probabilidades é fato recente na história da matemática, e data do ano de 1933, com a obra de Andrei Kolmogorov.
Na maior parte de sua história, a humanidade ignorou a diversidade das aplicações das probabilidades. Hoje, é quase impraticável o desenvolvimento das ciências naturais e da tecnologia sem o seu uso, e mesmo nas ciências humanas temos larga utilização da estatística.
O acaso é o fulcro de discórdia de duas correntes antagônicas de físicos e matemáticos em suas análises da realidade. Na matemática, o exemplo mais significativo é o do matemático alemão David Hilbert. Por volta de 1930, Hilbert lançou um ambicioso projeto para reduzir todos os problemas científicos a um sistema formal de regras matemáticas; este projeto foi, pelo menos, adiado por tempo indeterminado por Kurt Gödel, que demonstrou a impossibilidade de se provar como correto ou incorreto a maioria dos axiomas matemáticos e introduziu a imprevisibilidade à ciência matemática.
Entre os físicos, o determinismo postula que, conhecidas as condições iniciais de um sistema todas suas condições futuras podem ser previstas. O determinismo foi defendido por gigantes da ciência como Laplace, Newton e Einstein que, subliminarmente, defendiam a tese de que o universo seja uma obra intencional, organizada e, portanto, deve apresentar aspectos mecânicos, previsíveis. Diante da mecânica quântica, Albert Einstein teria declarado: "Deus não joga dado". Isaac Newton, por sua vez, foi criterioso ao reservar um papel central ao criador em sua obra. Entretanto, o determinismo sofreu um grande revés em 1927 quando, Werner Heisenberg enunciou o princípio da incerteza, que introduz o acaso ao cerne da matéria.
Segundo a visão Laplaciana, nossas inferências probabilísticas seriam reflexos de nossas limitações mentais, enquanto a corrente científica atual credita ao acaso um papel ontológico fundamental, uma característica indissociável da natureza. Este debate está inserido num contexto cultural bem mais amplo, onde pressões ambientais e sociais espelhariam na nossa forma de fazer ciência aspectos fundamentais do universo ou, apenas questões cruciais à nossa sobrevivência e comuns de nossa cultura. Nossa forma de produção científica reproduz a tendência pragmática da sociedade contemporânea.
Imaginemos um jogo de cara ou coroa. Probabilisticamente, o lançamento da moeda apresentaria possibilidades iguais da moeda de mostrar a face visível como cara ou coroa, de forma aleatória. Caso conhecêssemos todas as variáveis relevantes envolvidas no momento do lançamento, como: a força do lançamento, o momento angular da moeda, a resistência do ar, a densidade do ar, etc., seria possível calcular o resultado do lançamento? Um computador suficientemente potente talvez pudesse. Jacques Hadamard e Henry Poincaré compreenderam a dependência hipersensível das condições iniciais em um sistema probabilístico, em que pequenas variações nas condições iniciais alteram completamente os resultados de um sistema aleatório. Esta tentativa de reduzir um sistema aleatório a um sistema clássico, determinístico é uma abordagem conceitual que revolucionou e criou campos científicos novos, entre eles a meteorologia, a matemática dos sistemas não lineares, mecânica dos fluidos, teoria da informação, termodinâmica.
Acaso está associado ao conceito de caos, desordem. E como poderiam surgir ordem e complexidade a partir de sistemas estocásticos? A solução desta questão pode estar no fato das variáveis aleatórias estarem submetidas ao crivo de fatores determinísticos favoráveis como a seleção natural, a existência de constantes físicas perfeitamente ajustadas à possibilidade de um universo ordenado, complexo e com formas de vida inteligente.
Considera-se de um modo geral que são 15 as principais constantes físicas conhecidas. Seus valores são perfeitamente ajustados e não há teoria que esclareça o porquê destes valores. Caso a carga do elétron tivesse valor ligeiramente diferente do conhecido, nosso universo desabaria. O mesmo raciocínio vale para as demais constantes da física. Uma explicação simplória para a existência destes "fatores determinísticos auto-organizadores" é o princípio antrópico. Segundo este princípio, simplesmente, caso estas constantes não fossem perfeitamente ajustadas, "não existiríamos"; especulações seriam desprovidas de sentido.
Segundo uma fórmula de Jacob Beckenstein e de Stephen Hawking acerca da entropia de buraco negro, a probabilidade de que, puramente por acaso, surja um universo parecido com o nosso é de uma parte em 10^10^123(^ é símbolo de potência). Um matemático, diante desta afirmação, declararia que é impossível a existência do nosso universo. Intuitivamente, é desumano conceber uma cadeia infinita de pequenos, médios e gigantescos "acidentes" que terminem por deflagrar um universo e seres humanos. Por isto, muitos de nós, inclusive cientistas, somos inclinados a crer que o acaso seja um princípio e uma característica deste universo, e não o princípio subjacente ao universo.
Como examinamos, o enfoque moderno do estudo do acaso, aquele que remonta ao método grego, é recente na história humana e avanços nesta ciência poderão tornar-se paradigmas em nosso entendimento da natureza e do universo. A pretensa dualidade determinismo/acaso, cada vez mais, se apresenta como um falso dilema. A noção familiar do acaso como mistério e acidente pode dar lugar ao fato da aleatoriedade ser um princípio fundamental deste universo, sem o qual não haveria complexidade e não seria possível a existência de seres como nós.
Sutilmente, o acaso tem sido pano de fundo de disputas científicas, religiosas e até políticas. A imprevisibilidade se interpõe decisivamente ao nosso desejo de domínio e controle da natureza, impõe limites ao conhecimento. A natureza elegeu um arbitro totalmente isento para intermediar seus processos? Ou, como disse Petrônio: O acaso tem sua razão.
Notas:
(1) A seleção natural atua de maneira que, combinações genéticas aleatórias que não estejam adaptadas ao ambiente, pereçam.
Referências:Ruelle, David. Acaso e caos. São Paulo, ed. Unesp, 1993, cap.8-22.Penrose, Roger. O grande o pequeno e a mente humana. São Paulo, ed. Unesp, 1998, p.61.Boyer,C.B. História da matemática.São Paulo, ed. Edgard Blücher, 1996,terceira ed. Cap.17-21-28.Marcelo Beraldo G. de Castro é técnico eletrônico, tecnólogo pela FATEC-SP e licenciado em matemática pela faculdade de Guarulhos.
Fonte do artigo:
http://www.arscientia.com.br
(Está autorizada a reprodução deste texto. Solicita-se que a fonte seja mencionada e linkada).

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Assistir TV Diminui Capacidade de Concentração

Um estudo do pesquisador Erik Landhuis, da Universidade de Otago, em Dunedin (Nova Zelândia), publicado na revista americana Pediatrics avaliou mil jovens de 15 anos e comparou o tempo que ficavam na frente da tevê com a capacidade de se concentrarem.Espantosamente, descobriu que quando esses adolescentes tinham entre 5 e 11 anos gastavam em média duas horas por dia assistindo à tevê. Entre os 13 e os 15 anos essa média subiu para três horas diárias, e foi o suficiente para aumentar em 40% os problemas de atenção.O autor sugere que a tevê hiperestimula o cérebro e faz com que se perca o costume de prestar atenção em atividades que exigem uma concentração maior, tais como ler, jogar xadrez ou assistir às aulas. Assistir à tevê, prossegue, faz com que a criança se sinta atraída pelo aparelho a ponto de criar um grau de dependência.As conclusões de Landhuis independem de fatores socioeconômicos, dificuldades de atenção no início da vida ou nível de inteligência dos adolescentes. O que acontece, segundo o autor, é que o cérebro aparentemente fica entediado com atividades mais simples e procura cada vez mais atividades que o estimulem nos mesmos níveis que a televisão. E tais efeitos são irreversíveis.Mesmo que forçosamente o jovem tenha seu tempo de tevê controlado, as deficiências de atenção continuam a acontecer, provavelmente porque o cérebro sofre mudanças anatômicas e permanentes que o preparam para uma quantidade maior de estímulos, neurologicamente considerados uma premiação. É preciso entender o cérebro como um organismo altamente adaptável e plástico, que responde rapidamente a estímulos externos e que aprende a captá-los cada vez mais facilmente, o que exige mudanças nas ligações celulares entre neurônios e, provavelmente, envolve o sistema de prazer e recompensa. O mesmo ligado ao vício em drogas, e que pode estar ligado também à adição por atividades como assistir à televisão, navegar na internet e nos jogos no computador. A questão deve ser encarada como um problema de saúde pública. Em abril do ano passado, pediatras americanos chamaram a atenção para achados assustadores que corroboram isso em um artigo na revista Archives of Pediatric and Adolescent Medicine. Crianças americanas com mais de 8 anos ficavam mais tempo assistindo à tevê ou jogando no computador do que em qualquer outra atividade, exceto dormir.Há mais estudos que mostram como o excesso de horas na frente da tevê é maléfico. Por 20 anos, 700 famílias do estado de Nova York foram acompanhadas por Jeffrey Johnson, do Instituto Psiquiátrico do Estado de Nova York. Os adolescentes dessas famílias foram avaliados em relação à capacidade de se concentrarem. Os que assistiam mais tevê tinham duas vezes mais risco de apresentar dificuldades de aprendizado e alterações de comportamento. O risco era de 15%, para quem assistia menos de uma hora por dia, e ia para 30% em quem ficava mais de três horas na frente da telinha.Quase um terço dos “viciados” em tevê ficou com notas baixas, enquanto apenas 10% dos que assistiam menos de uma hora por dia tiveram o problema.O pesquisador acompanhou esses jovens até os 33 anos e mostrou que os problemas de atenção continuavam a existir apesar da passagem do tempo. Para os adultos não parece haver solução para o vício, mas com nossos filhos pode ser diferente. Recomenda-se que, somado, o tempo na tevê e nos jogos eletrônicos não se ultrapasse uma hora por dia. E mais: o tempo “livre” deve ser dividido entre atividades esportivas, leitura e diálogo familiar.Quanto a nós, os adultos viciados, um artigo do Journal Evolutionary Psychology, de pesquisadores da Victoria’s Deakin University, traz uma dica. Para conquistar o coração de alguém, escolha assistir juntos a um filme na tevê que tenha início trágico e final feliz. Segundo Mark Stokes, isso faz com que o casal se alinhe emocionalmente e que, ao fim do filme, exista uma percepção melhor do interesse do parceiro em sexo e compromisso. Os homens, porém, devem ter cuidado, pois o estudo também mostra que eles tendem a hiperestimar o interesse das mulheres por sexo, ignorando o compromisso.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Matemática Aplicada nas Profissões!

A Matemática e as Profissões
Muitos de meus alunos questionam o aprendizado da Matemática argumentando sob a perspectiva de que, as profissões que pretendem seguir no futuro não tem ligação alguma com a disciplina.
Sempre informo que o conhecimento cognitivo e o desenvolvimento da capacidade de raciocínio lógico e comprovado, nunca poderá ser ignorado e que a Matemática é que, mesmo sem o aluno perceber, prepara e desenvolve o cérebro para trabalhos cotidianos através do método científico de desenvolvimento de linhas de raciocínio não lineares, porém, contínuas e comprovadas.
Baseado nessa necessidade escolhi algumas profissões mais tradicionais, sem desmerecer de forma algumas as não citadas que também têm envolvimento direto com a Matemática, visando elucidar melhor a nuvem que paira sobre a relação da citada com o mundo.
É fato: SEM A MATEMÁTICA NÃO SERIA POSSÍVEL O PROGRESSO E TÃO POUCO A EVOLUÇÃO DE NOSSA RAÇA!
Administração

A administração requer muito planejamento, organização e controle. Portanto, é indispensável que o administador tenha habilidade em lidar com números. Muitas vezes ele deverá preparar orçamentos para projetos, planejar e controlar pesquisas, além de resolver situações que envolvam cálculos estatísticos. O trabalho do administrador está diretamente ligado com a exatidão dos números, e por isso ele precisa ter domínio da matemática para ser bem sucedido.

Agronomia

Cálculo dos componentes químicos destinados à fertilização e dimensionamento das áreas a serem cultivadas.

Arquitetura

A matemática é fundamental para que o arquiteto possa desenvolver o seu trabalho. O arquiteto trabalha na construção de casas, edifícios, reformas, restaurações e no planejamento de bairros e cidades. A arquitetura é uma união das áreas de exatas, humanas e arte, pois exige aptidões múltiplas, como o domínio de cálculos, desenhos intuitivos e história.

Cinema

Muitas animações que vemos no cinema utilizam a Matemática, através da computação gráfica. Desde o movimento dos personagens até o quadro de fundo podem ser criados por softwares que combinam pixels em formas geométricas, que são armazenadas e manipuladas. Os softwares codificam informações como posição, movimento, cor e textura de cada pixel. Para isso, utilizam vetores, matrizes e aproximações poligonais de superfícies para determinar a característica de cada pixel. Um simples quadro de um filme criado no computador tem mais de dois milhões de pixels, o que torna indispensável o uso de computadores para realizar todos os cálculos necessários.

Direito

O profissional do Direito utiliza a Matemática quando trabalha com causas que envolvam a realização de cálculos, como por exemplo bens, valores, partilhas e heranças.


Engenharia

A matemática é imprescindível à formação dos engenheiros, seja qual for o seu ramo (engenharia civil, engenharia elétrica etc). É usada na construção de edifícios, estradas, túneis, metrôs, ferrovias, barragens, portos, aeroportos, usinas, sistemas de telecomunicações, criação de dispositivos mecânicos, desenvolvimento de máquinas, entre outros.


Geologia

O geólogo utiliza diversos princípios da Matemática para escavar, conhecer e avaliar os segredos do solo e das pedras.

Jornalismo

A Matemática é útil aos jornalistas de economia e política, além daqueles que utilizam dados estatísticos em seus trabalhos.

Odontologia

O dentista utiliza a Matemática para calcular composições de amálgamas, posologias, doses de anestésicos e também para dimensionar próteses e aparelhos corretivos.


Psicologia

O psicólogo utiliza a Matemática para a análise de dados estatísticos e avaliação de testes.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Sex - Que Dia da semana você nasceu


QUAL O DIA DA SEMANA VOCÊ NASCEU ?

Esse passatempo é bastante curioso. Embora exista uma justificativa matemática, não iremos entrar nesse mérito. Vale só como brincadeira e é um ótimo exercício de interpretação de texto. Acompanhe as etapas a seguir:

1) Calcule quantos anos se passaram desde 1900 até o ano em que você nasceu:
2) Calcule quantos 29 de fevereiro existiram depois de 1900. Para isso, basta dividir por 4 o número obtido na 1ª etapa, sem considerar o resto da divisão:
3) Considere o dia do nascimento.
4) Considerando o mês do nascimento, obtenha o número associado a ele, que está na tabela abaixo.
Janeiro - 0
Fevereiro - 3
Março - 3
Abril - 6
Maio - 1
Junho - 4
Julho - 6
Agosto - 6
Setembro - 5
Outubro - 0
Novembro - 3
Dezembro - 5
5) Da soma dos números obtidos nas quatro primeiras etapas, obtenha o resto da divisão por 7
6) Procure na tabela abaixo o número obtido na 5ª etapa e terá o dia da semana em que você nasceu

Domingo - 0
Segunda - 1
3ª feira - 2
4ª feira - 3
5ª feira - 4
6ª feira - 5
Sábado - 6

Que tal ? Interessante não ?